


(Source: dicasdeballet)
Esse vídeo mostra a maravilhosa trajetória de uma bailarina mais que especial, Aline Fávaro, de 27 anos, portadora da Síndrome de Down, rompeu barreiras, enfrentou obstáculos e é hoje uma bailarina profissional que traça seu destino na ponta dos pés. Essa história nos faz refletir, tantas pessoas com boas condições físicas e de saúde, desistindo da dança, do Ballet, porque? Por ter medo, não ter coragem. Espero que esse vídeo sirva de lição para paramos e pensarmos: eu posso, eu consigo. Observe o talento, a dedicação e o compromisso dessa bailarina, mesmo com necessidades especiais, pare pra pensar.
Ps: Assista, é emocionante.

(via saborcereja)

(Source: dicasdeballet)

Poderíamos considerar o ciclo de uso das sapatilhas como a vida. Sempre queremos subir, chegar um passo à frente. Digamos, que a primeira sapatilha, a meia-ponta, fosse a infância, o começo, o início. Seu maior desejo é chegar no próximo passo. Até lá, você tem dificuldades, mas é tudo mais fácil e leve, como a infância. Depois você sobe na pré-ponta, que seria o mesmo que atingir a adolescência. Nessa fase, você tem muitas dificuldades. E, inevitavelmente, cai. Ás vezes se machuca, e é aí que decide se quer se levantar, e continuar, ou se via desistir, e continuar na pré-ponta, o que seria: uma vida de adolescente eterna, continuar na adolescência e não ganhar junto com a idade, a maturidade e a responsabilidade de um adulto. Mas, mesmo se você se levantar, e continuar, certamente vai cair milhares de vezes, mas terá força e coragem para continuar. É nessa fase que você descobre seu potencial, sua força. Até que consegue atingir a tão esperada sapatilha de ponta. Seria a fase adulta: mais responsabilidade, e mais independência. Você tem que estar preparado para calçar a ponta. Certamente você irá cair vez ou outra, mas estará preparado para seguir em frente, e ter força para se levantar. Em alguns períodos, podemos nos sentir muitos cansados, sem força para continuar, mas, mesmo passando por altos e baixos, você deve continuar. Pois jamais aprenderemos a nos levantar se não cairmos. Então dá o último toque: ajeita esse coque e siga em frente.
Beatriz Mouchrek


(Source: dicasdeballet)

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